5 dicas para você escolher o protetor solar ideal

Confira o passo a passo para fazer a escolha certa

Para cuidar da pele e garantir sua saúde, é primordial o uso de protetor solar. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o uso do produto deve ser diário e independente das condições climáticas, pois o sol está sempre presente emitindo radiação. 

Sua aplicação diária traz uma série de benefícios à pele, entre eles a prevenção de envelhecimento precoce, o aparecimento de rugas, pintas, manchas solares, queimaduras e até mesmo o surgimento de câncer de pele. É importante frisar que a radiação solar tem ação cumulativa, então, o protetor deve ser aplicado regularmente. 

No entanto, com tantas opções no mercado, qual é o filtro solar ideal? Neste artigo, lhe daremos algumas dicas para realizar essa escolha.

1.Analise suas características e necessidades

Cada pessoa tem características físicas diferentes, e elas vão dizer qual o filtro solar mais adequado, pois isso diz respeito à idade, ao tipo de pele e às condições de exposição ao sol. 

Há no mercado protetores solares específicos para crianças, por exemplo, pois elas geralmente têm a pele mais sensível. Já adolescentes têm pele mais acneica e precisam de protetores que ajudem na diminuição da oleosidade, como filtros solares em gel, spray ou loção. Enquanto isso, pessoas de idade mais avançada têm a pele mais ressecada, demandando filtro solar com propriedade hidratante.

Há ainda especificidades para o protetor solar de rosto. Para quem vai se maquiar, por exemplo, pode ser interessante o uso de protetor solar com pigmentação, que funciona como uma base para preparar a pele para a maquiagem.

2.Observe o Fator de Proteção Solar (FPS)

Ao observar o produto, a primeira coisa a ser avaliada é seu fator de proteção solar, o FPS. Esse valor indica a potência do protetor, que deve ser mais alta para o rosto do que para o resto do corpo, já que essa área é mais sensível.

De acordo com diferentes organizações sobre câncer de pele e de dermatologia, o FPS dos protetores para rosto deve ser, no mínimo, 30, fator indicado para pessoas de pele mais escura. Já para pessoas de pele mais clara, o indicado é utilizar um FPS de 40 ou mais.


3. Atente-se aos ingredientes 

A composição do protetor solar, visando a proteção da pele contra raios ultravioleta, pode contar com ingredientes de duas categorias. A primeira é de ingredientes naturais que refletem os raios, evitando que estes consigam chegar à pele, e incluem o óxido de zinco e o óxido de titânio, por exemplo. Já o segundo tipo é de ingredientes químicos, substâncias que absorvem os raios UV, impedindo que estes sejam absorvidos pela pele, e aqui estão incluídas substâncias como oxibenzona ou octocrileno.

Alguns protetores solares podem conter substâncias de apenas uma das categorias, mas a maioria contém uma mistura de ambos os tipos, para oferecer uma proteção extra. 

Lembrando que, para saber da presença dessas substâncias, é preciso verificar o rótulo do produto ou mesmo a bula, no caso de protetores solares que contam também com funções de tratamento de pele.

4. Observe se o produto possui proteção de amplo espectro

É muito importante que o filtro solar tenha proteção de amplo espectro, pois, assim, ele protege contra os raios ultravioleta tanto do tipo UVA quanto UVB.

Os raios ultravioleta A têm mais incidência na superfície terrestre do que os raios UVB, pois, independentemente do clima, eles estão presentes do nascimento ao pôr do sol. Além disso, são invisíveis e os mais prejudiciais à saúde humana. Já os raios ultravioleta de tipo B são os responsáveis pela vermelhidão e queimaduras no corpo após a exposição ao sol e são mais fortes durante as estações mais quentes do ano. Ainda, eles incidem sobretudo das 9h às 16h, em média — por isso, tal período é considerado inadequado para exposição ao sol. Também são muito prejudiciais, podendo causar complicações severas se não nos protegermos adequadamente.

Os protetores solares com coloração, além de possuírem uma ótima cobertura para o dia a dia, protegem a pele da luz visível, aquela emitida por lâmpadas e aparelhos eletrônicos, como TV, celular e tablet. Esse tipo de luz é responsável por causar danos à pele a longo prazo, como o envelhecimento precoce e até mesmo o câncer de pele.

5. Avalie se o produto tem benefícios a mais

Para peles mais sensíveis ou mesmo oleosas, observe se o produto é não-comedogênico, ou seja, se tem menor possibilidade de obstruir os poros, provocando o aparecimento de cravos e espinhas, por exemplo. Verifique também se o produto é hipoalergênico, ou seja, se tem pouca capacidade de provocar alergias.

Outra característica interessante é se o item é mais resistente à água, sobretudo para situações que incluem banho de água ou sudorese mais intensa.

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